Um ano se vai…
Pois é.
Neste mês o Divã do Carnerin completa um ano de existência. Tirando umas receitas de batatas e algum outro deslize, não fugi muito à responsabilidade de atender aos chamados aflitos de minhas amigas internéticas. Posso não ter falado muito, mas ouvi muito, refleti muito também. Talvez elas tenham me ajudado um outro tanto. Existe uma reciprocidade, mesmo que involuntária. Algumas já pediram pra trocar o tecido do divã que está meio “puído”. Não é pra menos. Solteiras, casadas, separadas, sempre com um comichão que não sabem de onde vem. Aí não há divã que aguente. Mas eu aguento, estou aqui para isso. E como bom caçador de problemas, vou à caça. Não fico parado à espera de uma desesperada necessitando de conforto. Pesquiso. Os gritos estão compostos em letras, por aí, não é difícil encontrar. Ontem mesmo vi dois blogs com postagens quase idênticas com título “de saco cheio”. Bato o espanador no divã e chamo para um papo informal… a princípio. Sem ônus, claro. A princípio também.
Neste mês o Divã do Carnerin completa um ano de existência. Tirando umas receitas de batatas e algum outro deslize, não fugi muito à responsabilidade de atender aos chamados aflitos de minhas amigas internéticas. Posso não ter falado muito, mas ouvi muito, refleti muito também. Talvez elas tenham me ajudado um outro tanto. Existe uma reciprocidade, mesmo que involuntária. Algumas já pediram pra trocar o tecido do divã que está meio “puído”. Não é pra menos. Solteiras, casadas, separadas, sempre com um comichão que não sabem de onde vem. Aí não há divã que aguente. Mas eu aguento, estou aqui para isso. E como bom caçador de problemas, vou à caça. Não fico parado à espera de uma desesperada necessitando de conforto. Pesquiso. Os gritos estão compostos em letras, por aí, não é difícil encontrar. Ontem mesmo vi dois blogs com postagens quase idênticas com título “de saco cheio”. Bato o espanador no divã e chamo para um papo informal… a princípio. Sem ônus, claro. A princípio também.
