Saturday, May 6, 2006

toda gostosinha…

Nessa semana eu estava ouvindo Transamérica FM enquanto almoçava. Mais precisamente Transalouca. Uma zona, todo mundo zuando e quem estava lá, entrevistado, era o Ronnie Von.. sei lá como se escreve isso. Mesmo porque esse não é o nome dele, como ele mesmo disse naquela hora, e sim Ronaldo. Por sinal, um cara super culto, fala bem pa caramba. E então toca o telefone e uma lá, queria fazer uma pergunta pro Ronaldo. E disse assim: ” - queria saber sua opinião sobre as meninas que andam chamando os mais velhos de tio e ficando com eles. Minha amiga tem 18, toda gostosinha e tá ficando com um cara de 30″ . Nisso o R.Von já disse q não tinha nada de estranho nisso pois a mulher dele tem 10 a menos.
O que mais me deu náusea, é aquela boçaura achar q um cara de 30 é muito velho pra uma de 18. E que por ser “gostosinha” merecia um cara da idade dela. Falemos sério. O que ela pensa que vai ser quando tiver 40? uma velha? mal sabe ela que só vai se sentir uma mulher realizada, pelos 40. Até lá só vai fazer e pensar merda. Quando cair a ficha da vida  nessa idade, aí vai se entregar de corpo e alma, sem preconceitos, nojos, e tudo o que passa na cabeça de uma pouca-prática dessa faixa. “toda gostosinha…”…..ninguém merece ouvir isso. Em sua homenagem, escolhi esta fonte verde vômito.
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Wednesday, March 29, 2006

jogo das 5 manias

A idéia tá correndo pelos blogs. Um blogueiro apresenta suas 5 manias e indica outros 5 blogueiros pra fazer o mesmo. Minha amiga Bela me botou no paredão..tudo bem..sem ressentimentos.

MINHAS 5 MANIAS: 1 - colocar prendedores de roupa pela cara qdo estou teclando.. as vezes tou com meia duzia , pendurado em alguma parte da orelha, entre os dois olhos, nas narinas, embaixo da boca, no pescoço, onde colocar e não doer muito…qdo doi , troco de lugar

2 - morar numa tenda construída na sala. Não tem parede de cimento, nem teto pintado. Tudo coberto de pano como se tivesse entrado numa tenda. Uma sub-tenda contém o colchão, no chão, com cortinas de cetim e teto de 1,5m, outra sub-tenda do outro lado diagonal, para o micro.. almoço, sentado no chão no meio da tenda, e a mesa é de centro, baixa, coberta de pano, claro. Não existe madeira nem metal aparente. Doido? não…mania só.

3- andar pela casa só de camiseta…camisetão..bem longo.. moro só eu mesmo.. nada como ser natureba e deixar as coisas à vontade.

4- comer balas de mel..Antes só da Pan, recheadas, muito boas. Depois descobri da Arcor que é um outro aroma…agora revezo. Mas nunca falta.

5- fazer 3 nós no fio dental. Segundo minha irmã dentista, não pode puxar o fio pra baixo sob risco de traze junto uma obturação. Coloca-se então o fio e puxa-se para fora. Mas ele é liso! era! agora com 3 nozinhos, eles fazem a faxina com eficiência! adeus sujeira! adeus gengiva! ahhahahahhaha

Quanto aos meus convidados a paredão, ainda não sei o que fazer.
Parece que meus conhecidos já foram convocados. Tenho q averiguar.
Preciso rolar a cabeça de 5 deles.. mhmhmmhmmhmmh.. vou pesquisar.

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Tuesday, March 21, 2006

HISTORINHA CAVERNOSA…

Eu era funcionário do Banco do Brasil.
Trabalhava naquele momento no que se chamava de “boca de caixa”. Ficava logo atrás dos caixas. Tudo que eles recebiam, papéis de depósitos, cheques, guias de tudo que é imposto…ia tudo pra “boca de caixa”. Lá atrás, o infeliz do funcionário que no momento era eu, pegava aquele calhamaço de papéis, tinha que separar por tipo, por subtipo, fazer lotes e somar.
Cada papel tinha uma peculiaridade. Uns tinham que ser somados separados, outros tinham que pegar determinado valor em algum canto e fazer um crédito para alguma entidade. Era um verdadeiro inferno, principalmente para quem estava começando, como eu. Muito bem.
No final do dia, os caixas somavam tudo que tinham recebido e tudo que tinham pago. Dava X. Ai o responsável pela boca de caixa tinha que somar todos os pagamentos e todos os recebimentos daquele mundo de papelada, e tinha que dar X também. Se não desse X, havia uma diferença. A palavra mais odiada dentro do banco.
Quando a diferença era toda quebrada, tipo R$27,35, às vezes ficava mais fácil. Cada caixa corria seus lançamentos e achando o valor, aí era problema dele, ver o que foi, pra onde foi o papel. Mas quando dava um valor redondo, tipo R$20,00 aí era um caos. Tinham milhares de lançamentos nesse valor.
Um dia deu uma diferença. Não me lembro o valor. Só sei que a busca começou nos caixas e comigo, na boca do caixa. Alguém tinha errado alguma coisa. Com certeza.
Passou mais de uma hora de busca e nada. As esperanças de achar estavam praticamente esgotadas. Nisso me deu uma luz, botei a mão, discretamente, no bolso de trás da calça e senti um papel dentro. Suei. Não é possível…. fui no banheiro, me tranquei num dos sanitários, tirei o papel e estava lá.. ele. Comecei a me esforçar para passar o filme.
Eu estava indo atrás do meu chefe, para perguntar sobre o que fazer com aquele dito cujo que eu não conhecia a raça nem o destino.
- Ele foi lá pro fundo, disse um colega.
Fui atrás e …
- onde está o fulano? foi no banheiro.
Bom, não ia entrar no banheiro pra ficar papagaiando, numa situação embaraçosa. Aproveitei que a cantina era ali do lado, desci e fui tomar um cafezinho rápido, enquanto o chefe resolvia seu problema lá dentro.
Pra tomar o café, não poderia ficar com o papel na mão, me servir e segurar a chícara, lógico. Também não era besta de deixar o papel lá por cima, pra tomar meu café. Podia sujar, podia se extraviar, esquecer lá… e eu era um cara responsável. Guardei no bolso e tomei meu café.
Dessa parte pra frente é que não me lembro o que houve. Talvez alguém tenha berrado da escada pra eu subir, que tava tumultuado lá na boca de caixa. Alguma coisa me fez esquecer o bandido no bolso.
E lá estava eu no banheiro com o papel na mão e o povo rosnando furioso atrás do papel. Eu não podia chegar sorrindo e dizendo que achei no meu bolso. Eles eram mais velhos e mais pesados que eu. Iam me matar. Tinha que pensar em alguma coisa. Não tinha outro jeito. Eu tinha que “achar” o papel em algum lugar.
Entrei na área dos caixas.
- “Vamos procurar, pessoal, tem que tar por aqui”.
- Não adianta, já reviramos tudo, gaveta por gaveta, listagem….nem perca tempo. “
-. Ah… mas tem que tentar, não é possível sumir o papel”, eu disse esperançoso.
E fiquei ali, na minha, esperando uma deixa. Quando não estavam olhando, enfiei o papel na listagem de saldos e comecei a folhear.
De repente achei…
-.achei!.. ACHEI !!!- gritei todo feliz e aliviado, da mesma forma que ficaram todos os coleguinhas. Me abraçaram, bateram no meu ombro. Bom rapaz, etc…
O povo se dispersou, todos esgotados mas satisfeitos com mais um final de dia.
-Mas…estranho… revirei aquela listagem mil vezes…você também, não foi? murmurou aquele para o outro, a caminho da rua.
Mesmo assim, não me efetivaram no caixa. Fui substituto de caixa uns tempos, depois fui para a informática. Lá eu me dei bem. Sempre.

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Tuesday, February 28, 2006

Amar é…

namorados


A algumas postagens atrás, eu coloquei uma coisa que eu pensei sobre o amor. O que é amar. Uma pergunta que todo mundo faz, que todo mundo se faz e que nem sempre se chega a uma conclusão, uma definição…plena.
Como a cada dia que passa, me convenço que o que eu pensei tem muito de verdadeiro, resolvi repetir a definição, para quem não teve oportunidade de ler, ou não pensou a respeito:
“amar é ser capaz de dar a própria vida pela outra”
Como no caso do filme Titanic, onde os dois encontram com um pedaço de madeira boiando que só dava para um. Ele a colocou em cima, sabendo que iria morrer congelado.
E repito a pergunta também: quem você ama? acho que dá pra contar nos dedos de uma só mão.
Só uma dúvida surgiu agora.. será que essa pessoa que sobreviveu seria realmente feliz, sabendo que alguém deu a própria vida por ela? ter nos ombros a responsabilidade de fazer da sua vida algo que justifique a perda de uma outra…

Posted by Carnerin at 06:26:50 | Permalink | Comments (5)

Sunday, February 12, 2006

Na fila do CAIXA RÁPIDO (máx.10 volumes)

gorda


Três na fila.
Passando a compra, uma gorda que ao passar no vão, bota a bunda na caixa operadora do lado que se incomoda, puxa o banquinho e olha feio.
Nisso, os peitos da fregueza sobem na maquininha de digitar código de cartão de crédito.
Na compra: uma Fanta uva, uma Turbaina, um pacote de salgadinho sabor pizza, um pacote de papel higiênico barato, 1 lâmpada de 25 watts, um saco de sabão em pó de 3kg, 5 pacotes de farinha de trigo, um vidro de óleo de soja, um saco com 2kg de batatas. Um saco de pipoca doce e um pacote de bala sortida Paulistinha.
- Acho que passou um pouco de 10 né kiridinha?
- Não tem nada não… (sorriso amarelo da operadora )
Na hora de passar a batata, estava sem pesar.
- Ai.. isquiciii !!.. manda o guardinha pesar, amor?
( a operadora vira os olhos. Entrega pro guardinha que sai dançando reggae).
Murmúrio geral na fila que já tinha 8 impacientes.
Volta o guardinha (uns 5 minutos, no relógio) e passa a batata.
Suspiros na fila.
- Ai meu Deus… a lâmpida é de 220 vela … pede pra pegar uma de 110, por favor, rapidinho…tou com cartão no carro..deve tar vencendo.
- Tumulto na fila.
Um lá do fundo grita “o que tá acontecendo ai? “. O da frente responde que o caixa é rápido mas a caixa é lerda. Sorrisos nervosos e o mais da frente pega as dores da operadora e diz que a tribufu que tá embaçando no caixa.
Vem a lâmpada.
- Testou, queridinho? as vêis as resistença tão queimada.
- Testei, dona.
Passada a compra, a fregueza pede pra buscar um maço de Plaza vermelho.
- Por que não vai comprar no inferno esse cigarro? (lá do fundo)
A fregueza finge que não escuta e olha as horas enquanto o guardinha vai lá.
Dois freguezes mudam de fila pra outra que tinha carrinho na frente mas seria melhor que acabar metendo a mão na dona. Saem resmungando.
Vem o cigarro.
- Mais alguma coisa …senhora? (um tempo pra sair o “senhora” ).
- Não querida. Só isso. ( e entrega o cartão pra passar ).
- Débito ou crédito ?
- Qualquer coisa, pô! ( disse o do meio).
- Tenta o débito. Acho que tem um saldinho.
Vem a resposta da máquina… saldo insuficiente.
- hmmm.. tenho um de crédito…um instantinho…tava aqui ( tirando a porcariada de dentro da bolsa e pondo no caixa).
A de trás já começa a jogar a compra no caixa, fazendo barulho e misturando com a tralha da bolsa da outra.
- Achei!! passa logo, queridinha.
- Pronto.. pode digitar a senha.
- Cadê meus ócro de perto. Não enxergo os botão….
- Não é esse preso na correntinha, no seu pescoço…senhora?

resumindo…
O pobre paga em dinheiro.
O rico não faz compras.
A “crace média” .. ô crace média!

Posted by Carnerin at 16:56:51 | Permalink | Comments (6)

Friday, February 3, 2006

rumo às estrelas !

spacestation01


Alpha Centauri, uma das estrelas mais próximas de nós, a pouco mais de 4 anos luz.. (a luz viaja a 300 mil km por segundo…demoraria 4 anos pra chegar lá…faça as contas você. :P ). Como não poderemos viajar na velocidade da luz ( segundo Einsten, massa é energia e tal, ficaria com massa infinita, ..sei lá.. ), vamos supor apenas que conseguiremos viajar a um décimo da velocidade da luz. Isso significa que demoraríamos 40 anos pra chegar em Alpha Centauri. Mais quarenta para voltar.. só uma criança saindo daqui com 5, voltaria com 85… Supondo que uma nave fosse construída com todas as garantias de sobrevivência e conforto para essa viagem…precisasse de 50 cidadãos para a missão, mais precisamente 25 casais, que pudessem gerar filhos, aos quais seria incumbida a missão de trazer a nave de volta (o adulto de 30 chegaria na estrela com 70 e morreria no caminho de volta)… pergunta: você iria?

Posted by Carnerin at 03:19:44 | Permalink | Comments (8)

Saturday, December 31, 2005

só…

Estava lá na janela agora pouco, 10 da noite, tomando meu café, vendo o passa-passa de carros na avenida e pensando nas coisas… uma pessoa só…ser só.. num final de ano, cheio de agitos, tv prometendo mil coisas, mil fogos, mil badalações.. e ela só.

 Ser só… diferente de “estar só”. Estar só é opção de escolha, coisa momentânea. Já “ser só” é consequência independente da vontade. Aí que mora a tristeza. Ver todo esse corre-corre, pessoas se preparando para brindar juntas a virada de ano, e a só se contentando em ver tudo na tv, ouvir as conversas e gritarias nas casas dos vizinhos, os rojões estourando por todos os cantos da cidade. Muito triste “ser só”.

Será a natureza humana incapaz de permitir o ser de ser só? ir à loucura por não poder dividir com alguém, suas alegrias e tristezas? ou será fruto do condicionamento social, das normas ou regras impostas? Não sei.

Lembrei do que houve com os astronautas, acho q neste ano mesmo… teve até tentativa de estupro, entre outros grilos. Pensar em ficar só é uma coisa… ficar realmente é bem diferente. Só estando para saber o que rola na cabeça.

Você conseguiria viver totalmente só? onde houvesse fartura de alimentos naturais… mas totalmente só… sem tv…sem celular….sem internet… sem internet? eu não!

Posted by Carnerin at 04:14:39 | Permalink | Comments (2)

Wednesday, December 28, 2005

Auto-rotulação

A gente nasce e não é nada, não somos ninguém, nem parecido com ninguém. Não temos personalidade. Mas vamos nos espelhando em personagens que achamos “bonito ser” ou “charmoso ser”. Tipo: um cara explosivo, temperamental, pavio curto. Gostaríamos de ser assim. Um tipo interessante. Quando estouramos por algum motivo ou apenas para reforçar o personagem, pensamos “acho que sou mesmo um cara explosivo, temperamental, pavio curto”. Começamos a contar para os outros o que achamos ser. Na verdade estamos esculpindo nossa personalidade. Criando um tipo. Escolhemos características que nos parecem interessantes e as vestimos. Bom então a gente parar para pensar e verificar se escolhemos bem.

(texto escrito pelo fato de ter lembrado de uma pessoa ter dito algo como “lembre-se que sou uma pessoa escorpiana, odeia cobranças…” .)

Posted by Carnerin at 04:05:25 | Permalink | No Comments »

Thursday, December 15, 2005

o traidor

Tentando fazer jus ao nome deste blog, queria falar sobre uma coisa interessante que acontece conosco, não só em exemplos como este mas em muitos momentos da vida.

Um homem é casado, mal-casado, tem filhos. Descontente, acaba conhecendo uma mulher. Porém, sua moral não lhe permite deixar o casamento em troca dessa paixão. Num dos encontros com a amante, esta ao abraçá-lo, mancha o colarinho com o baton vermelho. Assustada, ela o avisa da mancha e ele fica preocupadíssimo… como vai entrar em casa sem que a esposa veja a marca do baton. Entre várias idéias trocadas com a amante, resolve que vai entrar rapidamente no banheiro e lá ele já retira a camisa, troca e depois dá um jeito de lavar.
Acontece que ele chega em casa, todo descontraído e nem se lembra do detalhe do colarinho. A mulher vê, começam a discutir, ele acaba contando que tem outra e o casamento se desfaz.
———————–
Esta é a questão. O traidor, no caso, é o subconsciente. Você deseja a separação e o subconsciente tenta, de todas as formas burlar o consciente, que não quer que isso aconteça porque tem mulher e filhos, família, problemas, uma série de coisas. Mas o subconsciente é assim. Faz com que você relaxe, finja pra você mesmo que esqueceu de um detalhe…aliás, um super-detalhe, que jamais esqueceria, pois iria mudar o rumo da sua vida.
Então é assim que funciona. Não só nesse caso mas em outros do dia-a-dia. Você não está com vontade de sair pra trabalhar, mas sua moral exige que você saia, que tente ir atrás dos clientes, etc. Aí, na hora de tomar um café, você desajeitadamente acaba entornando na sua roupa, já quase na hora de sair. Você lembra então que não tem uma outra roupa pronta pra sair…e acaba deixando para o dia seguinte.
E por ai vai.
Não se esqueça. Um traidor mora dentro de você.

(obs: essa explicação do poder do subconsciente me foi dada por um amigo psiquiatra, quando tive um problema semelhante).

Posted by Carnerin at 15:10:13 | Permalink | Comments (5)

Friday, December 2, 2005

O Compromisso

Isso é uma coisa que me incomoda muito. Talvez por eu ter sido bancário tanto tempo, hora para chegar, hora para abrir o caixa, hora para abrir a porta para os clientes, hora de debandar…

Mas eu gosto de honrar a coisa. Marco…e vou . Na hora marcada.

Outra coisa, e essa me incomoda mais.

Eu sempre digo para mim mesmo, como se fosse uma auto-afirmação de um conceito…:
Se eu combinar com um menino de rua para jogar bolinha-de-gude (fubeca, aqui no teriorrr), e de repente me aparece um amigo dizendo que vai tocar uma banda muito boa num barzinho, naquele mesmo horário… eu vou dizer: “sinto muito, cara. Já tenho um compromisso de jogar fubeca com um carinha da rua”.


Para mim vale a ordem. Para muita gente, no entanto, vale o “valor”, aquilo que interessa mais para ele. Se aparece  uma coisa mais interessante pra fazer, desmarca o anterior, às vezes com uma “mentirinha sem maiores consequências”…isso na cabeça dele. Porque ele não pensa que o outro lado pode ter cancelado um compromisso também mais interessante, só para honrar o dele. Muita gente pensa assim. Para mim, é falta de respeito. Compromisso é compromisso.

E você? qual é a sua? gostaria de saber o que se passa em todas as mentes dementes. É pela ordem ou pelo grau de interesse?
Posted by Carnerin at 11:28:29 | Permalink | Comments (3)