29 de Março, 2006

jogo das 5 manias

A idéia tá correndo pelos blogs. Um blogueiro apresenta suas 5 manias e indica outros 5 blogueiros pra fazer o mesmo. Minha amiga Bela me botou no paredão..tudo bem..sem ressentimentos.


MINHAS 5 MANIAS: 1 - colocar prendedores de roupa pela cara qdo estou teclando.. as vezes tou com meia duzia , pendurado em alguma parte da orelha, entre os dois olhos, nas narinas, embaixo da boca, no pescoço, onde colocar e não doer muito...qdo doi , troco de lugar

2 - morar numa tenda construída na sala. Não tem parede de cimento, nem teto pintado. Tudo coberto de pano como se tivesse entrado numa tenda. Uma sub-tenda contém o colchão, no chão, com cortinas de cetim e teto de 1,5m, outra sub-tenda do outro lado diagonal, para o micro.. almoço, sentado no chão no meio da tenda, e a mesa é de centro, baixa, coberta de pano, claro. Não existe madeira nem metal aparente. Doido? não...mania só.

3- andar pela casa só de camiseta...camisetão..bem longo.. moro só eu mesmo.. nada como ser natureba e deixar as coisas à vontade.

4- comer balas de mel..Antes só da Pan, recheadas, muito boas. Depois descobri da Arcor que é um outro aroma...agora revezo. Mas nunca falta.

5- fazer 3 nós no fio dental. Segundo minha irmã dentista, não pode puxar o fio pra baixo sob risco de traze junto uma obturação. Coloca-se então o fio e puxa-se para fora. Mas ele é liso! era! agora com 3 nozinhos, eles fazem a faxina com eficiência! adeus sujeira! adeus gengiva! ahhahahahhaha

Quanto aos meus convidados a paredão, ainda não sei o que fazer.
Parece que meus conhecidos já foram convocados. Tenho q averiguar.
Preciso rolar a cabeça de 5 deles.. mhmhmmhmmhmmh.. vou pesquisar.

Escrito por Carnerin em 03:52:21 | Link permanente | Comments (10) |

24 de Março, 2006

dedos de ninfa...

trevi01

" Rangel sentiu-se melhor, e não tardou que se sentisse inteiramente bem. Ia marcando à toa, esquecendo alguns números, que ela lhe apontava com o dedo, - um dedo de ninfa, dizia consigo; e os descuidos passaram a ser de propósito, para ver o dedo da moça... "

Estava lendo este trecho dos Contos de Machado de Assis, cena de Rangel jogando víspora ao lado de sua querida Joaninha, quando me veio a imagem da minha musa inspiradora, a mexicana Gloria Trevi. Quando vi essa foto, não pude deixar de me embriagar com a leveza, a doçura desses dedos. Maleáveis como que a acompanhar cada curva por onde descansa...
Tanta coisa para se ver numa mulher... já foi o dia da Mulher, mas o ano da Mulher continua..o século também... viva a Mulher! ebaaaaaa!!!
Escrito por Carnerin em 01:16:20 | Link permanente | Comments (4) |

22 de Março, 2006

Meu primeiro dia de figurante

Hoje, 9.30 e lá estava eu na Fazenda ONOMONOMO para meu primeiro teste como figurante na novela Cidadão Brasileiro.
10:30 hora de ir para o figurinista. Devido à minha aparência de não-colono, como os demais, me deram de cavaleiro. Roupa a caráter, bota longa preta até o joelho, calça marrom e camisa bege, chápeu de palha fino.
De ônibus direto para outra fazenda onde estavam fazendo a cena onde iríamos figurar. Muito tempo de espera enquanto outras cenas estavam sendo gravadas no casarão. Os carrões antigos em constantes reparos. Hora do almoço.
De volta, logo nos chamaram e foi minha primeira aparição. De pé no pátio, como se conversasse com um ator que se parece muitíssimo com o Fernando Henrique (e eu disse isso a ele, quando riu dizendo que antes o achavam parecido com o Erasmo Carlos, o que era lamentável..rsrs). Enquanto eu fingia conversar com ele sobre o crime ocorrido, vem o prefeito (que parece com um Antonio Banderas tupiniquim), e nesse momento eu deveria tirar o chapéu pela sua presença e me retirar juntamente com o guarda (meu amigo de fato), voltando junto aos colonos. Essa foi a primeira cena, repetida umas 4 vezes (não por culpa minha...sol, sombras, fios curtos, etc).
Cena dois: essa, dos figurantes, fui só eu. Enquanto o senhor NOMOOMONO (não posso contar) estava baleado, o rapaz MONOMOMO (idem) gritava para eu chamar um médico rápido e o capataz ao lado fala para eu ir com o seu cavalo. Montei rápido, puxei as rédeas ( o cavalo empinou um pouco), dei a volta e saí a galope.
Nada mau para uma primeira experiência de um iniciante.
Como tinham me achado muito fino para fazer parte dos colonos, iam me dar um papel de rico na cidade. Mas depois dessa aparição a cavalo, acabei me tornando capanga do capanga, com papel fixo nessa fazenda. Tudo bem. Quando tiver outras cenas com o capanga, lá estarei eu, ao seu lado. Ebaaaa! rsrs ( e ainda tem cachê).
Hoje foi gravado o 14 capítulo e segundo consta, está no 7. Acredito que só deva estrear na telinha pelo dia 27 ou 28 (seg/ter). Para quem interessar, quando estiverem falando de alguém baleado... é a minha estréia.


28/março: Para quem não pôde assistir e para quem assistiu e não me achou, digo que não foi decepção total. As cenas não foram muito cortadas, mas... as tomadas foram feitas muito de longe e minha linda e expressiva face não foi vista. Minha mãe não me reconheceu....heuheuheheue!!.. Mas foi bom. Nada a reclamar.
A conclusão é que figurante não vale uma titica de galinha merrrmo.

Escrito por Carnerin em 00:20:37 | Link permanente | Comments (7) |

21 de Março, 2006

HISTORINHA CAVERNOSA...

Eu era funcionário do Banco do Brasil.
Trabalhava naquele momento no que se chamava de "boca de caixa". Ficava logo atrás dos caixas. Tudo que eles recebiam, papéis de depósitos, cheques, guias de tudo que é imposto...ia tudo pra "boca de caixa". Lá atrás, o infeliz do funcionário que no momento era eu, pegava aquele calhamaço de papéis, tinha que separar por tipo, por subtipo, fazer lotes e somar.
Cada papel tinha uma peculiaridade. Uns tinham que ser somados separados, outros tinham que pegar determinado valor em algum canto e fazer um crédito para alguma entidade. Era um verdadeiro inferno, principalmente para quem estava começando, como eu. Muito bem.
No final do dia, os caixas somavam tudo que tinham recebido e tudo que tinham pago. Dava X. Ai o responsável pela boca de caixa tinha que somar todos os pagamentos e todos os recebimentos daquele mundo de papelada, e tinha que dar X também. Se não desse X, havia uma diferença. A palavra mais odiada dentro do banco.
Quando a diferença era toda quebrada, tipo R$27,35, às vezes ficava mais fácil. Cada caixa corria seus lançamentos e achando o valor, aí era problema dele, ver o que foi, pra onde foi o papel. Mas quando dava um valor redondo, tipo R$20,00 aí era um caos. Tinham milhares de lançamentos nesse valor.
Um dia deu uma diferença. Não me lembro o valor. Só sei que a busca começou nos caixas e comigo, na boca do caixa. Alguém tinha errado alguma coisa. Com certeza.
Passou mais de uma hora de busca e nada. As esperanças de achar estavam praticamente esgotadas. Nisso me deu uma luz, botei a mão, discretamente, no bolso de trás da calça e senti um papel dentro. Suei. Não é possível.... fui no banheiro, me tranquei num dos sanitários, tirei o papel e estava lá.. ele. Comecei a me esforçar para passar o filme.
Eu estava indo atrás do meu chefe, para perguntar sobre o que fazer com aquele dito cujo que eu não conhecia a raça nem o destino.
- Ele foi lá pro fundo, disse um colega.
Fui atrás e ...
- onde está o fulano? foi no banheiro.
Bom, não ia entrar no banheiro pra ficar papagaiando, numa situação embaraçosa. Aproveitei que a cantina era ali do lado, desci e fui tomar um cafezinho rápido, enquanto o chefe resolvia seu problema lá dentro.
Pra tomar o café, não poderia ficar com o papel na mão, me servir e segurar a chícara, lógico. Também não era besta de deixar o papel lá por cima, pra tomar meu café. Podia sujar, podia se extraviar, esquecer lá... e eu era um cara responsável. Guardei no bolso e tomei meu café.
Dessa parte pra frente é que não me lembro o que houve. Talvez alguém tenha berrado da escada pra eu subir, que tava tumultuado lá na boca de caixa. Alguma coisa me fez esquecer o bandido no bolso.
E lá estava eu no banheiro com o papel na mão e o povo rosnando furioso atrás do papel. Eu não podia chegar sorrindo e dizendo que achei no meu bolso. Eles eram mais velhos e mais pesados que eu. Iam me matar. Tinha que pensar em alguma coisa. Não tinha outro jeito. Eu tinha que "achar" o papel em algum lugar.
Entrei na área dos caixas.
- "Vamos procurar, pessoal, tem que tar por aqui".
- Não adianta, já reviramos tudo, gaveta por gaveta, listagem....nem perca tempo. "
-. Ah... mas tem que tentar, não é possível sumir o papel", eu disse esperançoso.
E fiquei ali, na minha, esperando uma deixa. Quando não estavam olhando, enfiei o papel na listagem de saldos e comecei a folhear.
De repente achei...
-.achei!.. ACHEI !!!- gritei todo feliz e aliviado, da mesma forma que ficaram todos os coleguinhas. Me abraçaram, bateram no meu ombro. Bom rapaz, etc...
O povo se dispersou, todos esgotados mas satisfeitos com mais um final de dia.
-Mas...estranho... revirei aquela listagem mil vezes...você também, não foi? murmurou aquele para o outro, a caminho da rua.
Mesmo assim, não me efetivaram no caixa. Fui substituto de caixa uns tempos, depois fui para a informática. Lá eu me dei bem. Sempre.

Escrito por Carnerin em 01:24:47 | Link permanente | Comments (1) |

17 de Março, 2006

um dia daqueles

Acordei cedo, para quem não costuma acordar antes das 10, pois o comércio aqui só abre a essa hora, portanto, seria perda de tempo sair batendo perna a ver lojas fechadas, quando percebo que estava muito claro para ser as 07.30h que mostrava no despertador e sendo assim, levantei-me e olhei na bina que acusava quase 9 da manhã, hora que havia combinado com um dentista para mostrar seu logotipo e fazer-lhe um blog e mais que depressa tomei um achocolatado, peguei a moto e mal saí, reparei que estava falhando, logo seria por falta de gasolina, no que virei a chave para usar a reserva já que a clínica não era longe de casa e num instante estava lá conversando com ele, que foi logo ligando o micro, apanhou meu disquete, abriu os desenhos dos logos, achou muito legal e fomos ao escritório para, segundo ele, resolver a "parte dolorosa", ou seja, combinar o preço, que eu esperava que houvesse uma pequena entrada pra aliviar minha angustiosa falta de verba, mas não foi o que sucedeu, pois a proposta dele foi de dar uma parte na sexta que vem e na outra e na outra, e assim, o valor que ia me tirar do sufoco, foi-se diluindo, assim como minha esperança de ter algum hoje, e sendo assim tratei de me despedir o mais breve possível e correr atrás do prejuízo, pois haviam ainda dois clientes para visitar de manhã, uma locadora e um cabeleireiro e no primeiro eu fui, pois estava em cima da hora, que segundo o funcionário, ontem à noite, me dissera que o dono estaria por esse horário, o que de fato não aconteceu, partindo à caça do cabeleireiro, que, como informou a secretária, só estaria disponível entre 12 e 12.30h, e lá estava eu a falar com essa moça, que tratou de chamar o tal do Tiago, um trejeitoso rapaz que me ouviu com toda delicadeza do mundo, apresentei meu produto e ele fez aquela cara de quem gostou mas não poderia colaborar pois já havia entrado num outro patrocínio mas que daqui dois meses eu voltasse para rever a coisa, quando já ia me despedindo totalmente chateado por não ter conseguindo um mísero nesse dia, voltando à locadora na esperança vã de encontrar o tal que deveria ter estado lá, mas a moça que substituía o atendente de ontem me disse que ele ainda não havia chegado, mas que viria sim, já que era de São Paulo e tinha que aparecer e assim eu agradeci, já descendo as escadas de volta para casa sem sucesso financeiro nenhum, correndo ao telefone para solicitar à minha providencial mãe, uns trocados para comprar alguma coisa para os gatos, que são sete e suas fomes não querem saber se tem dinheiro ou não, voltando em seguida à moto, com medo de que talvez ela não chegasse de volta, e lá estava eu no supermercado próximo de casa, à procura de fígado de galinha, que eles gostam e que, na atual conjuntura eu poderia adquirir, mas como tudo estava para acontecer, não tinha o produto, correndo então a outro supermercado, que não é da minha preferência por ser longe e ter um tipo de ambiente que não me agrada, mas o importante era a comida para os gatos e isso vale qualquer sacrifício e verificando o preço do coração de boi, vi que não era má idéia, quando consultei o açougueiro que disse ter o tal fígado lá dentro, perguntou quanto eu queria, eu disse dois quilos, pesou, estava num preço promocional e nessa hora levantei as mãos pros céus pois aquilo daria para três dias e três noites, o que já me aliviava pelo menos em uma parte, e logo estava de volta para dividir o marmitex com minha mãe, o que temos feito faz uns três meses o que me facilita a vida, pois além de cuidar da comida dos bichanos ainda tenho que fazer a faxina onde eles ficam, fora lavar roupa, passar roupa, lavar louça, limpar a casa, molhar as plantas, inclusive uma avenca cheia de brotos que não pode ficar um dia sem água, misto portanto, de publicitário/faxineira, o que não me faz reclamar quanto a isso, desde que as coisas andem bem, ou seja, que o dinheiro apareça, pois tudo fica mais azul quando se tem dinheiro em caixa e sendo assim, logo que almocei, fui à janela ver como estava o tempo para poder sair, e sinto os raios do sol me queimarem, passando entre nuvens negras, o que deu para perceber a tempestade que se pronunciava, com sérias pretensões de dificultar minhas visitas, o que logo aconteceu, começando a chover, quando respirei fundo e deitei um pouco, pensando em tudo isso, em tudo que devo, em tudo que tenho para receber e em todo esse desencontro, pegando o violão para distrair enquanto a chuva caia sem piedade, eu cantava, pois segundo a lenda, quem canta seus males espanta, e olhava para o horizonte, onde avistava chuvas por ali também e nisso o tempo foi passando, o dia foi escurecendo, acabei não saindo para as visitas, ficando sem grana mas na esperança de amanhã visitar um advogado que marcou um retorno, depois de examinar minha proposta de anúncio há três dias, bastando confirmar umas questões éticas da profissão, pois não pode fazer qualquer coisa que dê na cabeça e assim, liguei o micro, já noite feita, abri um e-book com os Contos do Machado de Assis, iniciei a leitura meio como sem opção, já que minha tv queimou faz mais de ano e eu abençoei esse dia, livre de coisas que não quero ver nem ouvir falar mais, quando nisso me veio uma vontade de escrever sobre hoje, nada mais que um dia daqueles, daqueles que a gente pensa que nunca vai acabar, que a luz do fim do túnel se queimou, escrever tudo da forma como foi, da forma como eu assim escrevi. Ponto, depois de descrever meu dia em precisas mil palavras.
Escrito por Carnerin em 00:40:51 | Link permanente | Comments (9) |

15 de Março, 2006

RoughDraft 3.0

As coleguinhas gostam de escrever. Outras já disseram que queriam escrever um livro. Então vai aí uma dica de um programa legal. Leiam o texto explicativo dele:
RoughDraft 3.0
Processador de textos especialmente desenvolvido para escritores, com recursos especiais para formatar mais facilmente os diálogos dos personagens e outras ações comuns no planejamento de roteiros. Possui corretor ortográfico em inglês. Importa arquivos do Word e exporta para os formatos TXT, RTF e HTML.

Roda em Windows 95, 98, NT, 2000, ME, XP

Download (Clique no nome do servidor para fazer o download do RoughDraft)
www.rsalsbury.co.uk (RDraft30.exe)

=============
aqui vai o link da página onde você vai encontrar o texto acima e poder clicar no link do servidor e baixar o programa:
[[[CLIQUE AQUI]]]
=============
obs: depois de instalado o programa, clique em HELPS e vai aparecer a opção DOWNLOAD DICTIONAIRES.. tem o de português, pra correção ortográfia..ebaaaa!!! adeus mico.
Escrito por Carnerin em 02:42:46 | Link permanente | Comments (0) |

Deflação

dialogo

Cara, to maus.
Que houve?
Num tou dando conta.
Da mulher?
Quê? não... antes fosse!.. não...
Do que então?
Das compras. Tou me estressando. Não venço comprar.
Como assim?
Que país você vive? num tá vendo não, cara? a deflação...não pára!
E o que tem ela? não é bom?
Bom? olha só:
Antes eu ficava tranquilão com meu carro por uns 3 ou 4 anos. Juntava uma graninha suada, e ia pegar um novo. E agora? agora passa 3 meses já tou com dinheiro sobrando, meu carro já tá usadão. E ai, com a troca do carro vem documentação, multas do outro cidadão, impostos, revisão. Cada 3 meses agora é assim. E ainda comprei mais dois carros com as sobras. Agora ficam apertados na garagem. Vou ter que procurar outra casa.
É... deve ser cansativo...
E outra casa bem maior!. Não tem uma parede sem prateleiras lá em casa. Tudo entulhada de tudo que é inimaginável. Eletrodomésticos então! minha conta de luz quintuplicou de uns tempos pra cá...pensando bem, menos mal. Pelo menos ajuda a gastar mais.
E o supermercado então? quem aguenta? antes eu ia uma vez por mês, comprava meio carrinho e lá se ia meu salário. Agora vou toda semana, encho 3 carrinhos. Toda semana. E é um tal de carregar e descarregar sacola de supermercado, guardar coisarada nas prateleiras, verificar prazo de validade de tudo. Tive que comprar outro armário porque os da parede já não cabem mais nada.
Nossa!...nunca tinha pensado dessa forma, rapaz!. Mas... se está te incomodando assim tanto dinheiro sobrando, por que você não distribui um pouco? tanta gente pobre por aí, cara!.
Tá maluco?!??! essa gente que nem um salário ganha... já pensou ter que lidar com meia dúzia deles? vão se estressar mais do que eu. Não... não quero esse mal pra ninguém.

Escrito por Carnerin em 01:48:22 | Link permanente | Comments (2) |

09 de Março, 2006

Dia da Mulher , hoje né...

Para mim, a homenagem e o carinho à mulher tem que ser 364 dias por ano.. no meu aniversário, é a minha vez, claro. Bjus a todas. São todas lindas e queridas.

complemento em 13/03 - Devido ao mal entendido, devo esclarecer q não faço aniversário nesta data e sim em 2/2. Aguardo em fevereiro próximo, aquele carinho, como se fosse "dia do homem".
Escrito por Carnerin em 02:51:28 | Link permanente | Comments (6) |

05 de Março, 2006

um dia no msn...

lobo voraz diz: OI
lobo voraz diz: vc vem sempre aqui?
lobo voraz diz: quer teclar?
lobo voraz diz: podemos falar de sexo?
lobo voraz: é.... vc tem muitos amigos aqui na net?
lobo voraz: tem foto?
Su Insu: Tenho o suficiente. E vc?
lobo voraz: vc faz sexo virtual?
Su Insu: Só antiga.
Su Insu: Não. Sou virgem.
lobo voraz: ahh... solteira então...
Su Insu: Viúva.
lobo voraz: hmm.. não deu tempo então
Su Insu: Não. Marido morreu de emoção quando viu meu corpo.
Su Insu: corpão
lobo voraz: ce ta brincando comigo? você é sarcástica?
lobo voraz: você é adepta do sadomasoquismo?
lobo voraz: hitler ..você gosta?
Su Insu: Susto também é uma emoção. Né não?
lobo voraz: acho q sim
Su Insu: Devagar. Teclo catando milho.
Su Insu: Não tô brincando.
lobo voraz: ahhh. você cria galinhas em casa?
Su Insu: Não sei o que significa sarcástica.
Su Insu: Só gosto de bater.
Su Insu: Tenho uma coleção de fotos dele ( Hitler)
lobo voraz: hmm.. gosta mais de mulheres ou homens?
Su Insu: Crio.
Su Insu: UFA!
Su Insu: Acho que respondi tudo
lobo voraz: rsrs
Su Insu: Gosto mais de cachorro.
Su Insu: Escuta, meu crediário já foi aprovado?
lobo voraz: desculpe...tá parecendo interrogatório né? mas é que a primeira vez.. a gente não sabe com quem está falando.. temos q ter precaução..vc não pensa assim? seu nome qual é? faz questão de preservar? ce usa preservativo? usava?
Su Insu: Maria do Socorro!!
Su Insu: Com as exclamações.
Su Insu: Tá no registro.
lobo voraz: posso te chamar de help? fica mais curto
Su Insu: Prefiro que me chame SOS. Se precisar chamar, claro.
lobo voraz: pode ser sem os pontinhos? me incomoda achá-los aqui... misturo com as virgulas..hihihi
Su Insu: Claro.
lobo voraz: mas viu SOS.. tem q ser maiusculas?.. esse caps me perturba um pouco
Su Insu: É que não gosto de coisas estrangeiras.
Su Insu: Precisa não. Pode escrever minúsculo.
lobo voraz: ta bom.. viu minúsculo....minúscula né.. pelo menos pela foto parece mulher.. não é?
lobo voraz: ce fez plástica minuscula?
Su Insu: Não. Só encapei com papel.
lobo voraz: não entendi.. é outra técnica?
Su Insu: Vc não encapava seus cadernos com papel E plástico ?
lobo voraz: siiiiiimmm
Su Insu: Então, falou de plástico pensei que se referia a isso. Não sei do que está falando. Sou moça simples.
Su Insu: Ah e sou moça sim.
Su Insu: Moça véia.
lobo voraz: é plástica amore.. deixa q te explico.. moça minúscula.. a plástica consiste em cortes q puxam tudo q a gravidade engravida pra baixo, de modo que volta a subir tudo pra cima...sacou?
Su Insu: Dev doer.
lobo voraz: o médico não reclama nem um tico..ja vi cortar alguens
Su Insu: Viu ? Pra quê ?
lobo voraz: pra ver se criava coragem.. tenho algumas coisas q cresceram..pra baixo...queria voltar ao normal..mas tenho mêda
Su Insu fechou a janela de conversa.
lobo voraz: você caiu? quer teclar?
Su Insu: :(
Su Insu: Que cresceu pra baixo ??
lobo voraz: rsrsrsrs
lobo voraz: o joanete amor.. virou pra baixo do pé...dói muito
Su Insu: Vc está mentindo pra mim.
lobo voraz: nunca faria isso.. ainda mais da primeira vez? foi a sua primeira vez tambem? a gente nunca esquece.. é a impressão q fica.. tou falando a verdade... voce diz sempre a verdade? vc mente? quem mentia mais? vc ou seu ...amigo?
Su Insu: Tácosacorendido?
Su Insu: Que amigo ? De quem vc está falando ?
lobo voraz: hein? saco? sou mulher amor.. lobo é só pra assustar os homens.. gosto de teclar é com mulheres...ce faz questão? tem algum preconceito sobre o homosexualismo? ja tentou? devia tentar
Su Insu: Óia Simone, não sou chegada não.
lobo voraz: mas..nem uma Ana Carolina paciente?
Su Insu: Tenho alergia a velcro
Su Insu: Nem
Su Insu: Tô fora.
lobo voraz: hm... mas...se eu disser q ..bom.. tudo bem.. é cedo..
lobo voraz: acho q tudo é possivel .. experimentar enquanto pode porque depois só há que lastimar, não é querida?
Su Insu: Cedo nada. Tá tarde. Acho que vou bloqu, ooops, quer dizer, dormir.
lobo voraz: bom te conhecer..posso colocar ? deixa
lobo voraz: na minha lista,
Su Insu: Melhor não. Tô vendendo o computador.
lobo voraz: ahhh. dificuldade financeira? vc não tem cam? faz streap....ta todo mundo fazendo e da uma graninha.. posso te explicar...quer saber?
Su Insu: Não tenho cam.
Su Insu: Nem gat
lobo voraz: eu faço sempre.. posso te mostrar..liga sua cam
lobo voraz: ah não? quer q eu te empreste? tenho duas
Su Insu: Não tenho monitor.
lobo voraz: ai podemos nos..ver melhor
lobo voraz: não? meu deus..q micro é esse...ce vê por braile?
lobo voraz: vc é cega..desculpe.. não devia ter te incomodado
Su Insu: Teclo em braile e escuto o que vc tecla
lobo voraz: nossa.. tecnica refinada
Su Insu: Sim.
lobo voraz: vc tem um tato muito bom..hmmm... voce mora sozinha?
Su Insu: Mas estou vendendo tudo porque percebi que só tem maluco e depravado aqui.
lobo voraz: jura? homens.. porisso q tenho nojo deles.. mulher é outra coisa...delicada..
Su Insu: Não. Aqui no manic, ooopss, condomínio moram muitas pessoas.
lobo voraz: hmmm.. voces se reunem em grupos? rola muito disso atualmente
Su Insu: Não. Somos mantidos em celas, ooops, digo, salas separadas.
lobo voraz: nossa..tou ficando com mêda
lobo voraz: você não é travesti é?
lobo voraz: odeito travestis
Su Insu: Desculpe os erros de digitação. É o teclado. As bolinhas estão meio apagadas
lobo voraz: não se preocupe
Su Insu: Não. Eu sou hermafrodita mesmo.
lobo voraz: credoooooo!! olha.. preciso ir que tão me chamando ... bjuss...até logo..
Su Insu: bj

lobo voraz: =========== cena dois ============
Su Insu: Ah meu Deus
Escrito por Carnerin em 00:35:41 | Link permanente | Comments (5) |