Tuesday, March 29, 2005

eu & meu violão

violao

Compus essa música e letra em fevereiro de 2003, num momento muito especial, o coração apaixonado, um amor impossível. Eterno.

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Quase uma história de amor :::: Mauro Carneiro

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QUASE UMA HISTÓRIA DE AMOR ::::::: Mauro Carneiro

Uma história que podia ser ::::::: de um grande amor

Não quer passar do que já foi ::::::: pois não me ama, não me quer

Letra a letra me afirmou ::::::: e aqui mostro toda minha dor

Tudo por lembrar de um ::::::: pretenso amor,

Que um dia magoou ::::::: seu coração

E desde então tudo acabou ::::::: mas insiste em crer

Ser esse seu único, possível e definitivo amor

No entanto a vida está ai ::::::: o mundo dá volta e a vida dá

Tudo espero que se mude ::::::: tudo passará (bis)

— solo —

Espero Deus que essa sensação ::::::: de um outro amor,

Logo se transforme em vento , em fé, em luz

n Para ver e crer em quem ::::::: lhe ama e quer

Vir sentir o meu calor ::::::: e ser feliz, mulher

Acredite neste coração ::::::: que já lhe mostrou o que é amar

Assim a quase história de um amor terá um final feliz (bis)

Final feliz de um amor& ::::::: quase um final feliz &.

Final de história de um amor ::::::: história de um final feliz

Posted by Carnerin at 06:53:29 | Permalink | Comments (1) »

Fundamentos de Og Mandino - Parte II

Saudarei este dia com amor no coração. Farei do amor minha maior arma e ninguém que a enfrente poderá defender-se de sua força. Enaltecerei meus inimigos e eles se tornarão amigos. Cavarei fundo buscando razões para aplaudir; jamais arranjarei justificativas para maldizer.
Quando tentado a criticar, morderei a língua; quando me decidir a elogiar alguém, falarei alto acima dos tetos. Saudarei este dia com amor no coração. Em silêncio, e, para mim mesmo, direi: “eu amo você”. Embora ditas em silêncio, estas palavras brilharão em meus olhos, desenrugarão minha fronte, trarão um sorriso a meus lábios e ecoarão em minha voz, e o coração dele se abrirá. Saudarei este dia com amor no coração.

Posted by Carnerin at 06:34:49 | Permalink | Comments (2)

textos

Ressaca

Hoje, existem pílulas milagrosas, mas eu ainda sou do tempo das grandes ressacas. As bebedeiras de antigamente eram mais dignas, porque você as tomava sabendo que no dia seguinte estaria no inferno. Além de saúde era preciso coragem. As novas gerações não conhecem ressaca, o que talvez explique a falência dos velhos valores. A ressaca era a prova de que a retribuição divina existe e que nenhum prazer ficará sem castigo. Cada porre era um desafio ao céu e às suas feras.
E elas vinham: Náusea, Azia, Dor de Cabeça, Dúvidas Existenciais - golfadas. Hoje, as bebedeiras não têm a mesma grandeza. São inconseqüentes, literalmente. Não é que eu fosse um bêbado, mas me lembro de todos os sábados de minha adolescência como uma luta desigual entre a cuba-libre e o meu instinto de autopreservação.

sorriso

A cuba-libre ganhava sempre. Já dos domingos me lembro de muito pouco, salvo a tontura e o desejo de morte. Jurava que nunca mais ia beber, mas, antes dos trinta, “nunca mais” dura pouco. Ou então o próximo sábado custava tanto a chegar que parecia mesmo uma eternidade. Não sei o que a cuba-libre fez com meu organismo, mas até hoje quando vejo uma garrafa de rum os dedos do meu pé encolhem. Tentava-se de tudo para evitar a ressaca. Eu preferia um Alka-Seltzer e duas aspirinas antes de dormir. Mas no estado em que chegava nem sempre conseguia completar a operação. Às vezes dissolvia as aspirinas num copo de água, engolia o Alka-Seltzer e ia borbulhando para a cama, quando encontrava a cama.

Mas os métodos variavam. Por exemplo: Um cálice de azeite antes de começar a beber - O estomago se revoltava, você ficava doente e desistia de beber. Tomar um copo de água entre cada copo de bebida - O difícil era manter a regularidade. A certa altura, você começava a misturar a água com a bebida, e em proporções cada vez menores. Depois, passava a pedir um copo de outra bebida entre cada copo de bebida. Suco de tomate, limão, molho inglês, sal e pimenta - Para ser tomado no dia seguinte, de jejum. Adicionando vodca ficava um bloody-mary, mas isto era para mais tarde um pouco. Sumo de uma batata, sementes de girassol e folhas de gelatina verde dissolvidas em querosene - Misturava-se tudo num prato pirex forrado com velhos cartões do sabonete Eucalol. Embebia-se um algodão na testa e deitava-se com os pés da ilha de Páscoa. Ficava-se imóvel durante três dias, no fim dos quais o tempo já teria curado a ressaca de qualquer maneira. Uma cerveja bem gelada na hora de acordar - Por alguma razão o método mais popular. Canja - Acreditava-se que uma boa canja de galinha de madrugada resolveria qualquer problema. Era preciso especificar que a canja era para tomar. No entanto, muitos mergulhavam o rosto no prato e tinham de ser socorridos às pressas antes do afogamento.

Minha experiência maior era com a cuba-libre, mas conheço outros tipos de ressaca, pelo menos de ouvir falar. Você sabia que o uísque escocês que tomara na noite anterior era paraguaio quando acordava se sentindo como uma harpa guarani. Quando a bebedeira com uísque falsificado era muito grande, você acordava se sentindo como uma harpa guarani e no depósito de instrumentos da boate Catito’s em Assunção. A pior ressaca era de gim. Na manhã seguinte, você não conseguia abrir os dois olhos ao mesmo tempo. Abria um e quando abria o outro, o primeiro se fechava. Ficava com o ouvido tão aguçado que ouvia até os sinos da catedral de São Pedro, em Roma. Ressaca de martini doce: você ia se levantar da cama e escorria para o chão como óleo. Pior é que você chamava a sua mãe, ela entrava correndo no quarto, escorregava em você e deslocava a bacia. Ressaca de vinho. Pior era a sede. Você se arrastava até a cozinha, tentava alcançar a garrafa de água e puxava todo o conteúdo da geladeira em cima de você. Era descoberto na manhã seguinte imobilizado por hortigranjeiros e laticínios e mastigando um chuchu para alcançar a umidade. Era deserdado na hora. Ressaca de cachaça. Você acordava sem saber como, de pé num canto do quarto. Levava meia hora para chegar até a cama porque se esquecera como se caminhava: era pé ante pé ou mão ante mão? Quando conseguia se deitar, tinha a sensação que deixara as duas orelhas e uma clavícula no canto. Olhava para cima e via que aquela mancha com uma forma vagamente humana no teto finalmente se definira. Era o Peter Pan e estava piscando para você. Ressaca de licor de ovos. Um dos poucos casos em que a lei brasileira permite a eutanásia. Ressaca de conhaque. Você acordava lúcido. Tinha, de repente, resposta para todos os enigmas do universo. A chave de tudo estava no seu cérebro. Devia ser por isso que aqueles homenzinhos estavam tentando arrombar a sua caixa craniana. Você sabia que era alucinação, mas por via das dúvidas, quando ouvia falar em dinamite, saltava da cama ligeiro. Hoje não existe mais isto. As pessoas bebem, bebem e não acontece nada. No dia seguinte estão saudáveis, bem-dispostas e fazem até piadas a respeito. De vez em quando alguns dos nossos se encontram e se saúdam em silêncio. Somos como veteranos de velhas guerras lembrando os companheiros caídos e o nosso heroísmo anônimo. Estivemos no inferno e voltamos, inteiros. Um brinde. E um Engov.

Luís Fernando Veríssimo

Posted by Carnerin at 06:04:26 | Permalink | Comments (1) »

Friday, March 25, 2005

Músicas

violao

Esta musiquinha foi gravada pra dar de presente pra minha mais nova e menos nova amiga Fernandinha.. nova porque conheci neste mês. Menos nova porque faz 15 anos hoje. Felicidades pra vc, Fer!! Espero q goste da música. Da original sei q gosta mesmo. Porisso escolhi essa.

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Onde Deus possa me ouvir :::: Vander Lee

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AONDE DEUS POSSA ME OUVIR :::: - Vander Lee

Sabe o que eu queria agora meu bem…

Sair, chegar lá fora e encontrar alguém

Que não me dissesse nada

Não me perguntasse nada também

Que me oferecesse um colo, um ombro

Onde eu desaguasse todo desengano

Mas a vida anda louca

As pessoas andam tristes

Meus amigos são amigos de ninguém

Sabe o que eu mais quero agora, meu amor

Morar no interior do meu interior

Pra entender porque se agridem

Se empurram pro abismo

Se debatem, se combatem sem saber

Meu amor…

Deixa eu chorar até cansar

Me leve pra qualquer lugar

Aonde Deus possa me ouvir

Minha dor…

Eu não consigo compreender

Eu quero algo pra beber

Me deixe aqui, pode sair

Adeus

Posted by Carnerin at 23:05:02 | Permalink | Comments (3)

Tuesday, March 22, 2005

pensamentos…

Posted by Carnerin at 03:52:07 | Permalink | Comments (4)

Saturday, March 19, 2005

Fundamentos de Og Mandino - Parte I

Hoje começo uma nova vida.
Para criar a oliveira, rainha de todas as árvores, cem anos são necessários.
Em nove semanas, a cebola já está velha.
Eu tenho vivido como uma cebola. Isto não me agrada.
Agora, desejo tornar-me a maior das oliveiras.
Hoje começo uma nova vida.
Quando criança, fui escravo de meus impulsos; agora sou escravo de meus hábitos, como todos os adultos. Minhas ações são ditadas pelo apetite, paixão, preconceito, avidez, amor, medo, ambiente, hábito, e o pior de todos estes tiranos é o hábito.
Se, portanto, devo ser escravo do hábito, que seja um escravo de bons hábitos.
A primeira lei que obedecerei é:
“formarei bons hábitos e me tornarei escravo deles”.
Hoje começo uma nova vida.

Posted by Carnerin at 20:38:13 | Permalink | Comments (2)

Friday, March 18, 2005

músicas

violao
Eu já tinha postado esta música, mas por uma bobeira geral, acabei deletando. Vai de novo.
O Vander Lee não é um cantor famoso. Pelo menos não está aí na mídia. Esperando aviões também não é um nome de música que esteja na boca do povo. Culpa da mídia, que divulga o que vende e não o que presta. Uma pena. Então, tá aí uma homenagem/força pra esse cara que é muito bom.

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A letra está no link LER MAIS.

ESPERANDO AVIÕES :::: Vander Lee

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:::::::::::::::: Esperando Aviões - Vander Lee

Meus olhos te viram triste olhando pro infinito
tentando ouvir o som do próprio grito
E o louco que ainda me resta :::: só quis te levar pra festa
Você me amou de um jeito tão aflito

:::::::: Que eu queria poder te dizer sem palavras
:::::::: Que eu queria poder te cantar sem canções
:::::::: Eu queria viver morrendo em sua teia
:::::::: Seu sangue correndo em minha veia
:::::::: Seu cheiro morando em meus pulmões

Cada dia que passo sem sua presença
Sou um presidiário cumprindo sentença
Sou um velho diário perdido na areia
Esperando que você me leia
Sou pista vazia esperando aviões

:::::::: Sou o lamento do canto da sereia
:::::::: Esperando o naufrágio das embarcações

Posted by Carnerin at 05:35:24 | Permalink | No Comments »

com meus botões aqui…

belo00

Tem vezes que a gente pensa que já foi e nem está indo ainda, ou seja, sempre foi quando nunca devia ter sido. Outras vezes, ou pela primeira vez, quem sabe, sabemos que não é nada disso. Quando muito, imaginanos que não teria ido se não soubessemos como seria antes disso. Ou nada disso, se tivéssemos ido e sido muito antes disso. Sei lá …

Posted by Carnerin at 04:29:12 | Permalink | Comments (3)

Thursday, March 17, 2005

músicas

violao
A capacidade q a Alanis tem de criar música com palavras difíceis, textos com leitura inconstante.. só ela mesmo. É o q faz dela, uma cantora excepcional. Compositora também. Sou fã.

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A letra está no link LER MAIS. Coloquei a tradução junto.

OFFER :::: Alanis Morissette

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OFFER :::::::: Alanis Morissette

Who :::: Who am I to be blue
quem :::: quem sou eu para me sentir triste?

Look at my family and fortune :::: Look at my friends and my house
olhe para minha família e minha sorte :::: olhe para meus amigos e minha casa

Who :::: Who am I to feel deadend
quem :::: quem sou eu para me sentir enfraquecida?

Who am I to feel spent :::: Look at my health and my money
quem sou eu para me sentir esgotada? :::: olhe para minha saúde e dinheiro

And where :::: Where do I go to feel good
e aonde :::: aonde eu vou para sentir-me bem?

Why do I still look outside me :::: When clearly I’ve seen it won’t work
por que ainda procuro fora de mim? :::: claramente já vi que não vai funcionar

=========== refrão =============
Is it my calling to keep on when I’m unable
é minha ambição continuar quando não sou capaz?

And is it my job to be selfless extraordinary
é meu trabalho ser uma exímia altruísta?

And my generosity has me disabled
e minha generosidade foi interrompida

By this my sense of duty to offer
por isso, meu senso de dever de oferecer
===============================

And why :::: Why do I feel so ungrateful
e por que :::: por que eu me sinto tão ingrata?

Me who is far beyond survival :::: Me who see life as an oyster
eu que estou muito além da sobrevivência :::: eu que vejo a vida como uma ostra

REFRÃO

And how :::: How dare I rest on my laurels
e como :::: como eu ouso descansar sobre meus louros?

How dare I ignore an outstretched hand
como eu ouso ignorar uma mão estendida?

How dare I ignore a third world country
como eu ouso ignorar um país de terceiro mundo?

REFRÃO

Who :::: Who am I to be woo
quem :::: quem sou eu para me apaixonar

Posted by Carnerin at 04:04:45 | Permalink | Comments (3)

Wednesday, March 16, 2005

Pensamentos

pensamentos
A quantidade de rumores inúteis que um ser humano pode suportar é inversamente proporcional à sua inteligência.

(Arthur Schopenhauer - 1788/1860 - filósofo alemão)

Posted by Carnerin at 06:37:59 | Permalink | No Comments »