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A propagação desenfreada das DST pelo Mundo
Quem duvida de tal afirmação, que atire a primeira pedra, pois tão notória e implacável é a transição das DST pelo Mundo afora, perímetro adentro, circunscrita numa semântica tão rara e patética, que pasma a todos os que permeiam manuscritos sobre o assunto.
Não que não seja de domínio público tais contundentes evidências, mas que se faz necessária que seja de outra forma, não tão distante dos padrões viáveis, mas de tal visivilidade coadjuvante ao despertar de um novo senso de dever para com a população carente de informações precisas.
Desta forma e não de outra, aquela já dita, poderemos conter o avanço inexpugnável das doenças que percorrem avassaladoramente o Mundo de cima a baixo, de lado a lado e vice-versa.
Acompanhando essa transição, desde o Alto da Compadecida, também pelo Oriente Médio e o Baixo Leblon, vi, com meus próprios olhos, até onde a imaginação consegue distinguir entre o mínimo coerente ao máximo e perturbante limite, as dificuldades tangentes ao problema, que as autoridades tanto divagam, vasculham, sem no entanto chegarem a lugar algum.
E é com veemência que digo, em alto e bom tom, a todos os que quiserem me ouvir, que nada há de concreto, no abstrato mundo das DST, uma vez que a promiscuidade inerente a cada povo, a cada ser, é imensurável e inquestionável, já que se faz necessária uma medição mais profunda, senão profana e até profética, de uma profissão digna e profilática como a de um professor que exerce, a todo custo, os ensinamentos básicos, mesmo superficiais, de higiene e cuidados mínimos para com a saúde de si e seus semelhantes mais próximos.
Não bastassem os esforços individuais e até os coletivos, ainda restam aqueles que, de uma forma ou de outra, inserem ao meio, uma força maior, às vezes não tão evidente mas de interesse e intenção bem definidas, que a grosso modo, finamente percorrem arredores nunca dantes vasculhados, em busca da maneira precisa de conter, prever, colher, saber e quem sabe, reter para sí e não para o indelével ser adoentado, um pouco de cuidado de que tanto necessita e que a tanto grita por socorro, numa voz avassaladora e triste.
Senhoras, Senhores, meninos, meninas, está dada a largada, o chute inicial, a arrancada ao destino, que todos sabemos, é desconhecido mas não inatingível, pois a força do ser humano, o desejo do saber, o irrestrito mundo dos negócios escusos, a força dos mares e dos ares, tudo nos leva a crer que um dia, não distante, visível aos olhos de quem padece e crê num dia melhor, que tudo chegará ao fim. Não devemos temer ao contrário, pois ao contrário do que se diz, o bom filho à casa torna e isso é inquestionável.
Resta saber, se ao mundo restará um ser humano, dada a forma como as DST permeiam campos e colinas, sem fronteiras, sem barreiras, sem destino. Nada do que foi será, diz o poeta, na lata do poeta tudo cabe, diz o outro. Temos que acreditar, para que possamos um dia colher, sem esquecer contudo, que a força de cada braço, o passo de cada perna, o gesto de cada rosto, tudo vale, quando se trata de uma luta conjunta em defesa da perpetuação da raça.
Extraído do 15º livro do Dr. Say Law, períto em Ciências Físicas, Quânticas e Contábeis da Universidade dos Estados Unidos, com menção honrosa em Gráficos Hiberbólicos sobre Dados Humanísticos da Califórnia.
Grande Orador da cadeia de Gestores da Comunidade Judaica de St.Louis.
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