A morte
Palavra que choca, mais que ” A Vida” ou ” O Nascimento”.
Talvez, porque quem nasce está ai para que a gente possa curtir.
A Morte, no entanto, é o fim. O fim de tudo. Só restando a lembrança, a saudade.
Saber que no dia era vida e logo em seguida, só uma matéria inerte.
Nada além de uma massa que há de definhar e sumir.
Não fosse a agitação do dia-a-dia, e morreríamos também, pela dor dessa ausência.
Acostumar-se com a morte, parece algo frio, de alguém que não tem sentimento. Mas não é.
Ainda mais quando não é a primeira vez. Já ter passado por isso uma ou mais vezes.
Acostuma-se. Devemos acostumar-nos. Mesmo porque não há outra coisa a fazer.
Se não nos acostumarmos, com certeza morreremos também. E a vida continua.
Se não temos mais ninguém tão importante, então talvez seja mesmo o fim.
Talvez passe-nos o sentimento de que tudo acabou. De que não há mais razão em continuar vivo.
Que aquilo que se foi era nossa razão de viver. Nossa mola propulsora.
Mas se ainda há algo a ser feito, sonhos a se realizar, é preciso acostumar-se.
Respirar fundo, olhar para frente e fingir que nada aconteceu.
Ou melhor ainda: que faz parte da vida.
Pois a morte nada mais é do que parte da vida. A última parte.



Essas coisas deviam ter controle. Do tipo da carta de motorista. Faz curso, aprende a fazer as coisas direito…aí tem direito. Eu tenho dor de cabeça com a maioria dos perfumes baratos. Uma vez estava viajando de ônibus, entrou 3 pessoas. Por incrível que pareça, As três super empanadas de perfumes. Aquilo entrou nas minhas veias e só não deu dor de cabeça porque não sentaram do meu lado, com a benção dos deuses. Então olhei em frente, estava no banco de trás do motorista, na parede de vidro que fica atrás dele, o pequeno cartaz: “proibido fumar cachimbo, cigarro, charuto, conf. lei etc e tal”. Pois devia ter uma lei assim: “Proibido usar perfumes e desodorante em excesso, podendo o portador ser conduzido a uma poltrona isolada, de acordo com a portaria etc e tal de num sei daonde.”